Existem
estudiosos e estudiosos. Há os que levam seus estudos realmente a sério,
não se deixando influenciar por preceitos, crenças religiosas ou pela
"comunidade científica", os quais independente do resultado e das conclusões
que chegam, e do que os outros (cientistas) possam pensar, estanto certos
ou não, divulgam o resultado real de suas pesquisas. A estes podemos considerar
que se guiaram e foram influenciados por fatores dignos. Porém, há aqueles
que por razões próprias, tendem a levar seus estudos, para um lado não
ético e por vezes até absurdo.
Com
relação a Atlântida, podemos dizer que existem centenas, se não milhares
de teorias completamente diferentes e divergentes entre si. Ao estudarmos
teorias modernas sobre a Atlântida e sua localização, percebemos o caráter
um tanto "nacionalista" de algumas investigações principalmente no século
XX.
Durante
este século, observamos arqueólogos espanhóis tentando encontrar a Atlântida
na Espanha e na África Espanhola e exploradores franceses tentando encontrá-la
na França e na África Francesa. Muitos destes exploradores chegaram até
a declarar que a Atlântida teria sido na própria França.
A
Catalunha também foi indicada como possível localização por um estudioso
catalão enquanto que Portugal também foi declarado como sendo a localização
da Atlântida por um especialista português.
Temos
muitos outros casos, como Criméia pelos russos, ou no Mar do Norte, em
Mecklenberg, por alemães, na Irlanda por irlandeses e Inglaterra por ingleses,
na Venezuela por um venezuelano e em Upsala, na Suécia, por um estudioso
sueco.
Estes
tipos de afirmações sem fundamentos, guiadas unicamente por razões próprias,
tendem a desacreditar os cientistas sérios, que levam a cabo suas pesquisas
baseados em crenças ou fatos fidedignos, fatores sérios, e não por alguma
razão pessoal qualquer.
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