A teoria
convencional diz que o Homem moderno surgiu no sul da África há cerca
de 100 mil anos. Da África, migrou para o norte, Europa e o sul da Ásia.
Atravessou a Ásia e cruzou o estreito de Bering em direção às Américas
há cerca de 30 mil anos. Da América do Norte, desceu para a América do
Sul, onde teria chegado há 15 mil anos.
Porém, diversos
artefatos que foram encontrados nas Américas, do Norte e do Sul, são tão
antigos que ameaçam derrubar completamente essa teoria.
Fatos
que ameçam essa teoria:
Ferramentas de 55 milhões
de anos na África?
Em 1880, o
geólogo da Califórnia J.D.Whitney ficou intrigado com uma descoberta inesperada
feita 100 metros sob a Table Mountain. Mineiros que procuravam ouro, decobriram
ferramentas de pedra como pilão, almofariz e conchas. Incrivelmente, o
estrato rochoso em que as ferramentas foram encontradas data de 55 milhões
de anos. Whitney fez um relatório sobre os achados e chegou a uma conclusão
impressionante: o Homem podia ser milhões de anos mais antigo que o modelo
evolucionário atual sugere. Esta evidência bizarra parece ter sido bem
documentada, mas o público em geral e muitos da comunidade científica
desconhecem estas descobertas.
Sítio Arqueológico
no México com mais de 200 mil anos
Em 1966, uma
coleção de ferramentas de pedra, incluindo uma ponta de lança em forma
de folha foi descoberta em Hueyatlaco, México, pela geóloga PhD Virginia
Steen-McIntyre. Para determinar a idade das pontas de lança, peritos do
US Geological Survey foram chamados.
- Quando começamos
a trabalhar no sítio de Hueyatlaca - conta McIntyre - achamos que fosse
um sítio antigo. Estávamos em 1966. Pensamos que tivesse cerca de 20 mil
anos. Na época, era considerada uma idade avançada para um sítio. Fizemos
a chamada datagem radiométrica, que fornece uma data verdadeira. Usamos
dois métodos diferentes: um deles com átomos de urânio, e o outro deles
com pequenos cristais de zircão. Quando chegamos às datas, e ambos os
métodos as apontaram, o resultado foi 250 mil anos. Para falar a verdade,
eu ficaria feliz com uma data de 20 mil anos. Teria feito a minha carreira.
Era muito antiga para a época, mas não o bastante para ser controversa.
As pessoas podem dar passos de 20 mil anos, mas não mais de 200 mil anos
de uma vez. Eu era muito ingênua e pensei: "Temos algo grande aqui
mas vou ser fiel às datas. Temos a informação, os fatos. Vamos divulgar
os fatos e partir deles. Não percebi que arruinaria a minha carreira."
Segundo a Dra
McIntyre, porque ela foi fiel aos fatos, suas oportunidades profissionais
desapareceram. Desde então, ela não trabalha em sua área. O sítio foi
fechado e uma licença para uma investigação mais a fundo, negada, para
sempre.
Pegadas humanas
lado a lado com a de dinossauros
Segundo a teoria
mais aceita, a extinção dos dinossauros se deu devido à colisão de um
enorme meteoro o qual levantou uma imensa nuvem de poeira bloqueando o
Sol durante anos, acabando assim com a cadeia alimentar desses grandes
répteis. Segundo esta mesma teoria, não havia nenhum humano vivo nesta
época para presenciar o ocorrido... ou será que havia?
Há mais de
100 milhões de anos, a pedreira de calcário do Rio Paluxy, no Texas, era
uma planície lamacenta. Lá, inúmeros dinossauros deixaram pegadas que
foram fossilizadas e preservadas para sempre. Mas a trilha de outra criatura
também foi perpetuada nestas margens. Possivelmente a do Homem.
O antropólogo
Carl Baugh comanda há mais de 12 anos o trabalho de investigação destas
pegadas controversas.
- Minha reação
foi de choque - conta Carl Baugh. Soube que pegadas humanas haviam sido
descobertas no Rio Paluxy, perto de Glen Rose, Texas, mas eu era cético.
Aqui, após remover camadas de rochas, a equipe e eu escavamos pegadas
de dinossauros. A 46,25 cm de uma dessas pegadas, achamos uma pegada humana
de 24 cm. Escavamos 12 pegadas em série. Quando se acha uma trilha com
passos do pés esquerdo e direito à distância correta, deve-se interpretá-la
como pertencente ao Homem.
Foi dito que
as pegadas do Rio Paluxy são uma fraude e que foram talhadas na rocha
como atração turística.
- Encontramos
trilhas seguindo para baixo das camadas de calcário. Removemos as camadas,
uma lasca de rocha por vez. Descobrimos que as pegadas de dinossauro e
as humanas continuam sob as camadas de rocha. Esta evidência é real.
Hoje, muitas
das chamadas pegadas humanas foram vitimadas pela erosão e pelas mãos
de vândalos. Porém, Carl Baugh tem uma das pegadas mais convincentes já
descobertas.
- Conheci a
pegada Burdick - conta Dr. Dale Peterson, M.D. - ao visitar Glen Rose,
em 1984. Na época tive a impressão de que era perfeita demais. É claramente
uma pegada humana, apresentando uma seção do calcanhar, a curvatura, a
base dos metatarsos, o primeiro dedo ou dedão, o segundo, terceiro, quarto
e quinto dedos.
- Após examinarmos
a pegada - conta Don Patton, geólogo - vimos que estava no calcário cretácio,
na mesma formação que a pegada de dinossauro. No corte da pegada, pudemos
ver os contornos óbvios sob o dedo e as estruturas sob cada dedo. Numa
certa parte sob a pegada, vimos uma inclusão de calcita, onde a força
foi concentrada e produziu as estruturas da pegada. Exatamente o que os
geólogos procuram. Eliminamos a idéia de que foi esculpida. Com certeza
é uma impressão original no sedimento.
Um dedo fossilizado
de um ser humano, foi descoberto no mesmo estrato que as pegadas de dinossauro
datando de mais de 100 milhões de anos.
- Tinha o que
parecia ser uma unha, uma cutícula, uma ponta, um formato humanóide -
conta o Dr. Dale Peterson. - Quando vi a cintilografia, não tive mais
dúvidas. Ele mostra o formato de um dedo, mostra o tecido sob a pele do
dedo, mostra os ossos, as articulações e os ligamentos. Isso me diz que
é um dedo humano.
A camada de
calcário que preservou estes artefatos é datada de cerca de 135 milhões
de anos.
Esferas metálicas
com mais de 2,8 milhões de anos
Em Klerksdorp,
África do Sul, centenas de esferas metálicas foram encontradas por mineiros
em estrato pré-cambriano, de supostamente 2,8 milhões de anos.
A controvérsia
envolve finos encaixes circundando algumas esferas. Técnicos de laboratório
não puderam explicar sua formação por processos naturais existentes.
O curador do
Museu de Klerksdorp, Roelf Marx, disse: "As esferas são um completo
mistério. Parecem feitas pelo Homem, mas na época em que foram deixadas
nesta pedra, não havia vida inteligente. São diferentes de tudo o que
eu já vi."
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