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Histórico O mundo começou a tomar conhecimento dos "círculos ingleses" a partir da década de 80, apesar destes cículos estarem aparecendo há séculos. Os famosos "círculos ingleses", os quais são chamados de círculos por força do hábito, têm sido documentados desde o século XVI. Por que levamos tanto tempo para validá-los? Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil destas enigmáticas figuras já foram descobertas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa Stonehenge), onde a percentagem de incidência destas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá. Os
círculos ingleses são na verdade um emaranhado de formas geométricas de
diversos tamanhos dispostas de maneira organizada. Em alguns casos extremos,
círculos compostos por mais de 200 figuras geométricas perfeitamente dispostas,
numa extensão que vai além de 300 metros de comprimento, já foram encontrados
sem que os estudiosos incluindo os do governo britânico
tivessem a menor idéia de como foram feitos. Nestes
círculos, ou em sua proximidade, nunca foram encontrados quaisquer traços
ou pistas que indicassem como foram feitos ou por quem. Não há pegadas
de pessoas, ou marcas de pneus de veículos, nem sinal de que as plantas
em seu interior tenham sido manipuladas por humanos. Simplesmente, os
círculos surgem do nada, portando uma mensagem inexplicável e desafiando
nossa inteligência e tecnologia.
Estima-se que cerca de 30% dos círculos encontrados sejam falsos. Diversos motivos levam as pessoas a forjarem as figuras, entre elas estão a vontade de aparecer e ser notícia e principalmente a tentativa de desmoralizar os estudiosos do fenômeno. Há também aqueles grupos de pessoas que disputam entre si para ver quem faz o desenho mais bonito e mais próximo da realidade e para demonstrar suas habilidades artísticas. O caso mais clássico de forjadores aconteceu há alguns anos. Dois velhinhos aponsentados de Preston Highs chamados Doug e Dave procuraram a imprensa britânica e reclamaram para si a autoria de alguns círculos descobertos na área de Alton Baines. Sua estória correu o mundo e muitos deram como encerrado o caso dos círculos ingleses, porém, quando diante dos jornalistas, os velhinhos mal conseguiram desenhar tais figuras, resultando em formas mal acabadas, sem qualquer precisão e com poucos metros de diâmetro. Os
estudiosos mais experientes dizem que os círculos forjados são mais facilmente
identificados pois são realizados de forma irregular, sem a simetria ou
a perfeição geométrica dos círculos verdadeiros e ainda ficam repletos
de vestígios de quem os fez e de como. |
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| As Pesquisas Continuam Nem mesmo os estudiosos que acompanham os aparecimentos desde o começo da década de 80 se atrevem a esboçar alguma explicação para o fenômeno. Nos
meses de pico, que se por entre maio e setembro (época em que as plantações
estão próximas da colheita), milhares de estudiosos de todo o globo se
reunem no sudoeste da Inglaterra atrás de novas figuras, que às vezes
chegam a aparecer quase que diariamente. Hoje, a Fundação Lawrence Rockfeller vem financiando pesquizas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno. |
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É
importante frisar que nenhum vestígio foi encontrado em qualquer círculo
validado, a não ser uma certa forma de energia desconhecida ou não catalogada
pela Ciência atual. Esta forma de energia produz uma mudança a nível genético
nas plantas afetadas pelo fenômeno, a qual faz com que suas sementes também
sejam afetadas.
Hoje, a Fundação Lawrence Rockfeller vem financiando pesquizas não convencionais, destinando a estas, largas somas de dinheiro, mas ainda não foi encontrado nada de concreto sobre este fenômeno. O Efeito Nas Plantas e No Solo Os "círculos" só aparecem nas plantações de trigo, cânola e cevada. Os caules destas plantas, que normalmente quando entortados se quebram, nas áreas onde o fenômeno ocorre, chegam a ser entortados em cerca de 90 graus. O entortamento dos caules se dá num ponto entre 20 e 80% da altura total das plantas. As vezes, plantas situadas lado a lado na colheita, são entortadas em direções opostas dentro do mesmo fenômeno. Uma
característica deste fenômeno é que, quando entortadas, não é possível
desentortá-las com o risco de quebrá-las, continuando seu crescimento
rasteiro ao chão. Duas organizações vêm fazendo estudo do solo dos círculos. Elas são o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd., trabalhando com o Ministério da Agricultura Inglês. Uma das coisas que eles descobriram é que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo desta quantidade de hidrogênio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga elétrica extremamente forte.
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Descobertas Significantes Sabe-se
hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas
áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios
arqueológicos de milhares de anos de idade. |
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| Conclusões Pelo menos em uma coisa os estudiosos já se entendem: os círculos tem obrigatoriamente um componente não terrestre. Ou seja: não são construidos pela inteligência humana. Esta conclusão é sustentada pelo fato de que muitas testemunhas como fazendeiros, estudiosos e curiosos acampados nos locais em seus momentos de pico veêm com certa frequência misteriosas luzes não identificados sobrevoarem as colheitas pouco antes dos círculos terem sido descobertos. Em alguns casos, certas bolas de luz foram até filmadas e fotografadas, embora com baixa qualidade. De qualquer forma, o fenômeno dos "círculos ingleses" continua no reino das suposições. |
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