1959: Um OVNI na Bahia

     Os fatos aqui dispostos estão relatados tal qual como são relatados pela prestigiosa APRO na Enciclopedia de los ovnis, de Ronald D. Story.

       As fotografias da praia de Piatã, no Brasil, foram tiradas em 24 de abril de 1959 por Hélio Aguiar, um funcionário de 32 anos, empregado num banco de Salvador (Bahia).

       Naquele dia, Hélio estava andando de motocicleta pela estrada que desemboca em Itapoã. Era início da tarde. Passando por Piatã, no distrito de Amaralina, o funcionário viu no céu um disco com uma cúpula que - segundo ele próprio - "parecia um chapéu de cardeal". Tinha um número indeterminado de janelas, perfeitamente visíveis em volta da cúpula. Na parte posterior do OVNI, Hélio observou quatro marcas ou símbolos estranhos, que são visíveis somente nas fotografias.

       Parou a moto e, consciente do que estava fazendo, começou a tirar a máquina fotográfica do estojo. Preparou-a e obteve as três primeiras imagens. Estas - segundo declarou - foram tiradas muito rapidamente.

       "O OVNI - manifestou a testemunha - girou lentamente sobre as ondas, aproximando-se de mim..."

       O fotógrafo sentiu uma pressão muito estranha no cérebro, e uma confusão progressiva começou a surgir. Era como se alguém estivesse ordenando-lhe escrever... E, enquanto enrolava o filme para tirar uma quarta foto, Hélio perdeu a noção daquilo que estava fazendo.

       Um papel em sua mão

       Ao recuperar o conhecimento e a consciência, testemunha recorda que estava jogada em cima da moto. O OVNI desaparecera e o fotógrafo estava com um papel na mão. Um papel que, evidentemente, não se lembrava de ter pego...

       Escrito com sua própria letra, era possível ler o seguinte:

       "Interrompam imediatamente todos os testes atômicos com propósitos bélicos. O equilíbrio do universo está ameaçado. Permaneceremos vigilantes e prontos para intervir."

       Ao tentar reviver aquela experiência insólita, o funcionário lembrou-se de que a nave era de cor metálica prateada escura, com uma cúpula de cor laranja - um pouco luminosa - e "janelas" pequenas e quadradas. "Pareciam - disse ele - painéis ou portinholas em volta da base da cúpula."

       O OVNI também apresentava três tubos com estruturas nervuradas e paralelas desde a cúpula até a borda do disco, num dos lados. Também observou quatro protuberâncias semi-esféricas e pequenas na região inferior, todas elas eqüidistantes do centro. Três das marcas da parte inferior da borda do disco quase não se distinguem nas fotografias, embora seja evidente que não são emblemas ou símbolos conhecidos atualmente no nosso mundo.

       Relatório da APRO

       Embora o OVNI não tenha se movido numa curva de grande raio na sua trajetória de vôo, não parecia precisar de um sistema de elevação aerodinâmica para sustentar-se. Quando o viu pela primeira vez, a testemunha afirmou que o objeto deslocava-se para frente, meio de lado. Depois a sua posição modificou-se. Assim, a última fotografia nos mostra a nave voando de uma forma totalmente "anormal" (claro, para os nossos conceitos físicos).

       Sua cúpula aparece de frente para o observador, enquanto está em contato direto e total com o ar.

       Aguiar assegura que não o viu partir. Pelo menos, ele não está consciente desse fato.

       Na hora de opinar sobre os negativos, John Hopf, acessor fotográfico da Organização de Investigação de Fenômenos Aéreos, deu a conhecer o seguinte comunicado:

       "Trabalhando com cópias muito ampliadas - feitas a partir dos negativos originais - parece certo que se trata de fotografias autênticas de um objeto aéreo não convencional sobre a água. Tomando como base o horizonte, como foi feito na cópia combinada, e supondo uma ampliação igual à dos originais, é possivel observar a manobra aparente do objeto. O tamanho aparente deste OVNI aumenta da fotografia 1 até a 3. Isto significa que o objeto está aproximando-se do fotógrafo.

       Nas fotografias 1 e 2 parece que estamos contemplando a zona inferior do disco. Os pontos (côncavos ou convexos) não podem ser suficientemente distinguidos para determinar a sua natureza. O efeito de sombra perde-se na configuração da granulação.

       A altitude do disco aumentou da fotografia 3 até a 4, já que a água não é visível na última imagem. Na quarta foto só é possível ver a cúpula central brilhante. Isto pode ser devido ao fato de que os reflexos adaptavam-se ao céu, sendo ocultados pela granulação.

       Como na maioria dos casos de supostas fotografias, fica em aberto a autenticidade da história e das fotografias anexas."

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